domingo, 23 de novembro de 2008

Análise das práticas de planejamento e controle da produção em fornecedores da cadeia automotiva brasileira


O professor Alberto Lourenço da disciplina de Planejamento e Controle da Produção, pediu que nós fizéssemos resumo de um artigo relacionado a matéria. Encontrei o texto “Análise das práticas de planejamento e controle da produção em fornecedores da cadeia automotiva brasileira”. Li e achei interessante ver como se relaciona com que estamos estudando em Suprimentos e Amazenagem, então resolvi colocar um breve resumo para que você, leitor possa se interessar e estudar o assunto.

Análise das práticas de planejamento e controle da produção em fornecedores da cadeia automotiva brasileira

A cadeia automotiva brasileira tem sido objeto de várias pesquisas em gestão de operações devido ao seu rápido crescimento e à sua grande importância para a economia do país. A indústria brasileira de autopeças passou por grandes transformações nos anos 90, devido à nova estratégia de operações das montadoras em relação à cadeia de suprimentos e às políticas governamentais para o setor automotivo. Com o crescimento da produção, aumentou a pressão por fornecimento com prazos curtos, maior qualidade e menores custos. Esta pressão estende-se também para os fornecedores de segunda e terceira camadas da cadeia de suprimentos, que atendem um número maior de clientes e com maior variedade de produtos.
A gestão da cadeia de suprimentos compreende o planejamento e o controle de todas as operações incluídas nas atividades de suprimento e compras, transformação e todas as atividades logísticas de distribuição física dos produtos. A gestão da cadeia de suprimentos é uma função integradora com propósito principal de conectar as áreas e processos comerciais das empresas da cadeia, buscando um modelo de negócios coeso e eficiente (CSCMP, 2006).

Viu?! É um pouco chato de ler, mas à medida que vamos entendendo os conceitos é fantástico ver como eles são importantes. Algo que me chamou atenção foi o fato de que hoje, como as tecnologias estão praticamente ao alcance de todos, o diferencial que as empresas do setor automotivo podem ter é a eficiência da cadeia de suprimentos. Um puxa o outro e todos crescem juntos.
Se quiser saber mais http://www.scielo.br/pdf/gp/v15n1/a05v15n1.pdf

Danielle

sábado, 22 de novembro de 2008

O Sorvete de baunilha e a GM‏

Oi pessoal!!
Este é um caso que aconteceu com o gerente da divisão de carros da Pontiac, da GM dos EUA, quando recebeu uma curiosa carta de reclamação de um cliente. Parece longo mas vale a pena ler. É muito interessante!
Eis a carta:
"Esta é a segunda vez que mando uma carta para vocês, e não os culpo por não me responder. Eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos uma tradição em nossa família, que é a de tomar sorvete depois do jantar.
Repetimos este hábito todas as noites, variando apenas o tipo do sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo. Recentemente comprei um novo Pontiac e, desde então, minhas idas à sorveteria se transformaram num problema.
Sempre que eu compro sorvete de baunilha, quando saio da loja para o carro, o carro não funciona, se compro qualquer outro tipo de sorvete, o carro funciona normalmente.
Os senhores devem achar que eu estou realmente louco, mas não importa o quão tola possa parecer minha reclamação. O fato é que estou muito irritado com meu Pontiac."


A carta gerou tantas piadas do pessoal da GM que o presidente da empresa acabou recebendo uma cópia da reclamação.
Ele resolveu levar a sério e mandou um engenheiro conversar com o autor da carta.
O funcionário e o reclamante, um senhor bem-sucedido na vida, foram juntos à sorveteria no fatídico Pontiac.
O engenheiro sugeriu sabor baunilha para testar a reclamação e o carro efetivamente não funcionou.
O funcionário da GM voltou nos dias seguintes, à mesma hora, e fez o mesmo trajeto, e só variou o sabor do sorvete.
Mais uma vez, o carro só não pegava na volta, quando o sabor escolhido era baunilha.
O problema acabou virando uma obsessão para o engenheiro, que passou a fazer experiências diárias, anotando todos os detalhes possíveis e, depois de duas semanas, chegou à primeira grande descoberta. Quando escolhia baunilha, o comprador gastava menos tempo, porque não precisava ficar escolhendo o tipo de sorvete e este estava bem na frente.
Examinando o carro, o engenheiro fez nova descoberta: como o tempo de compra era muito mais reduzido no caso da baunilha, em comparação como tempo dos outros sabores, o motor não chegava a esfriar. Com isso,os vapores de combustível não se dissipavam, impedindo que a nova partida fosse instantânea.
A partir deste episódio, a Pontiac mudou o sistema de alimentação de combustível e introduziu a alteração em todos os modelos a partir desta linha.
Mais que isso, o autor da reclamação ganhou um carro novo, além da reforma do que não pegava com sorvete de baunilha.
A GM distribuiu também um memorando interno, exigindo que seus funcionários levem a sério até as reclamações mais estapafúrdias, 'porque pode ser que uma grande inovação esteja por trás de um sorvete de baunilha' diz a carta da GM.

Isso serve de exemplo para as empresas que não tem o costume de dar atenção a seus clientes, tratando-os até mal. É bem provável que esse consumidor americano comprará um outro Pontiac. Pois, qualidade não está somente dentro da empresa ou no produto/serviço oferecido, está também no atendimento que despendemos aos nossos clientes.

Camilla Fernandes

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

TI como parte da estratégia de negocios


"É consenso que para se tornar mais eficaz, o planejamento de TI deve ser regido pela estratégia de negócios da empresa. "
Como casar o planejamento de TI com a estratégia de negócios da empresa? Este é o tema central de uma reportagem que li, onde o autor apresenta várias dicas de como elaborar um planejamento de TI de forma a ajudar no alcançe dos objetivos e, de modo oportuno e economicamente viável, apoiarem a estratégia de negócios.
"O plano deve abordar - lado a lado - as estratégias de negócios a serem apoiadas pelo período de planejamento estratégico (normalmente de dois a três anos) e uma visão completa e de nível alto do apoio de TI necessário. A parte desse plano básico pode ser extraído e renovado, como parte do processo de planejamento anual, para incorporar o plano operacional de negócios. Então, ao longo do ano, o plano pode ser atualizado para refletir projetos embasados em necessidades de curto prazo, nas quais faltou planejamento. Como parte do processo de atualização, o plano é esmiuçado e se torna, de fato, o plano atual de operação de TI."
E ainda, segundo Gartner, existem tres tipos de empresas: as que adotam tecnologia de ponta, desenvolvendo sua estratégia de negocio juntamente com um planejamento estratégico de TI; as que usam tecnologia padrão e as que são conservadoras na adoção de tecnologia, não sendo muito dependentes de TI nem muito prontas para abraçar mudanças transformadoras, procurando simplesmente integrar a estratégia de negócios e o planejamento de TI.
Conclui, após apresentar seis passos (colocados como uma série de perguntas), que empresas que integrarem planejamento de negócios e TI para incluir estratégias em comum terão performance superior àquelas que não o fizerem.

A propósito, vale lembrar que de nada adianta adotar tecnologias que não são coerentes à estrutura da organização e não apoiam seus objetivos e estratégias!! Nem sempre aquisição de tecnologia de ponta é sinonimo de otimização.

Como casar o planejamento de TI com a estratégia de negócios da empresa? REVISTA INFO ONLINE
http://info.abril.com.br/corporate/gartner/como-casar-o-planejamento-de-ti-com-a-estrategia-de-negocios.shtml
Camilla Fernandes

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Enterprise Information Portal (EIP)

Um Portal Corporativo ou um Enterprise Information Portal, tem como conceito, ser um website informativo de uma companhia, sendo uma base de conhecimento para seus colaboradores, clientes, parceiros e também para o público em geral.

Para se classificar um software como um Portal Corporativo, é importantes ter as seguintes características:

- Access/search (poderosos sistemas de busca e acesso)
- Collaboration (aplicações para colaboração)
- Personalization (cada usuário é um usuário diferente)
- Expertise and profiling (perfis de acordo com competências)
- Application integration (integração com demais aplicações)
- Security (segurança para todas as aplicações e login único)

Isso é tudo pessoal! hausdsahasud

Winner ; ]

Manufacturing Execution System (MES)

MES (Sistemas de Execução da Produção), são as soluções que a tecnologia traz com o objetivo de coordenar todas as etapas de produção. A importância do MES vem do vazio existente entre o ERP (Entreprise Resource Planning) e os softwares ligados a linha de produção.

Considerando que na cadeia de suprimento o maior valor agregado está na produção, é totalmente viável investir em sistemas que controlem a qualidade e agilizem todo o processo produtivo. O MES importa dados do ERP e os associa a produção.

O MES possui várias funcões, dentre as quais podemos citar:

- Instruções para reposição de material na linha de produção.
- Armazenamento e divulgação dos dados de qualidade.
- Monitoramento da produção em tempo real, e ajustes em todas as etapas conforme seja necessário.
- Emissão automatizada de instruções para que o armazém entregue o material nas células de trabalho.

Com a implantação do MES se tem a redução dos tempos de produção, redução do custo da mão de obra e treinamento, melhor qualidade do produto final, dentre outros.

Winner ; ]

E-Procurement...reduzindo custos e agilizando as compras!


O E-Procurement, é o termo usado para descrever uso de métodos eletrônicos em cada etapa do processo da compra, ou seja, desde a solicitação até o pagamento, e obter informações úteis a gerencia. Em outras palavras, o eProcurement é uma solução que permite otimizar os processos de compras de materiais e serviços, tais como: cotação, negociação e emissão de pedidos. É proveniente do desenvolvimento da própria empresa, que agregando outros sistemas informatizados, como banco de dados, ERP e web solutions possibilita uma integração que envolve três etapas principais:

"Strategic sourcing - negociações eletrônicas e contratos. Etapa preparatória para automatizar os processos de compra da empresa, visando a consolidação de catálogos e contratos;

eProcurement - automatização dos processos de abastecimento, o requisitante é liberado para comprar produtos através da ferramenta acessando catálogos pré negociados pelos compradores;

Portal de relacionamento com fornecedores - gerenciamento, controle e otimização. Integrações com os sistemas de ERPs e incorporação do portal colaborativo com fornecedores estratégicos para um maior controle."

Neste caso, as informações ficam ainda mais dinâmicas e automáticas. Podendo também ser integradas, contas contábeis e financeiras, relacionadas ao pedido de compra e movimentações de estoques, minimizando o operacional dos profissionais destes setores.
Mas não confunda eProcurement e cotação eletrônica. Há uma diferença mínima, dos pontos de vista: operacional, técnico e administrativo. A cotação eletrônica pode ser de propriedade da empresa, ou contratada de terceiros, no qual é feito um e-Sourcing, para processo contratual. Em suma, são muitas as vantagens da implantação do eProcurement, como: Redução de custos, agilidade nas compras, ganhos financeiros, segurança e muito mais.


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Camilla Fernandes


terça-feira, 18 de novembro de 2008

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT – SCM(Gestão da Cadeia de Suprimentos)

Cadeia de suprimentos: Todas as atividades relacionadas com a aceitação de um pedido de cliente e seu atendimento. Na sua forma ampliada, também inclui conexões com fornecedores, clientes e outros parceiros de negócios.” Enfraim turban, Ehaim MCClean, James Wetherbe

É uma ferramenta que tem a função de planejar, organizar e coordenar todas as atividades da cadeia de suprimentos de forma eficiente e eficaz, incluindo processos de logística que abrangem desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final , envolvendo a relação entre documentos, matérias-primas, equipamentos, informações, insumos, pessoas, meios de transporte, organizações, tempo etc.
Com o alto nível de concorrência do mercado atual, surge a necessidade da otimização da gestão da cadeia de suprimentos. Diante desta realidade as empresas utilizam o SCM com o objetivo de reduzir riscos, pois ele permite uma visão abrangente do cenário atual em que a organização está inserida, exercendo efeito positivo nos níveis de estoque, tempo de ciclo, os processos dos negócios e os serviços ao consumidor, colaborando para o aumento da lucratividade e vantagem competitiva, permitindo que a empresa cumpra rigorosas condições de entrega e qualidade para os seus clientes.
Hoje a eficiência e a eficácia das cadeias de suprimentos das empresas são fundamentais para a sua sobrevivência, função para qual dependem igualmente do suporte de sistemas de informação.




Luiza e Patrícia